
Em carta aberta ao presidente italiano, Giorgio Napolitano, enviada em setembro, o paciente Piergiorgio Welbi explicava sua vontade de morrer, pois estava tetraplégico devido a uma distrofia muscular progressiva, desde 1997. Na carta ele afirmava:
“Eu amo a vida. Não sou maníaco-depressivo. Acho a ideia de morrer horrível. Mas o que me resta não é mais uma vida".
Esta carta e sua divulgação causou um grande debate em Itália.
O paciente já havia solicitado uma autorização judicial para que seus equipamentos fossem desligados, mas a sua demanda não foi considerada válida pela ausência de lei na Itália que tipifique esta situação.
Welbi morreu em dezembro do ano passado( 20 de Dezembro de 2006). O médico anestesista Mario Riccio após sedá-lo, para evitar a sensação de falta de ar, desligou o respirador. Então, Welby morreu da forma como havia desejado e descrito em seu livro "Deixem-me morrer". No livro o paciente escreveu:
"Morrer teria que ser como dormir depois do amor, cansado, tranqüilo e com esse sentido de estupor que invade tudo".
O paciente teve apenas um enterro laico, pois a Igreja Católica negou a possibilidade de um enterro religioso. O argumento utilizado pela Igreja foi o de que o paciente se afastou da doutrina católica ao solicitar a realização da eutanásia.
O médico foi denunciado e processado por homicídio. Em sua defesa, o Mario Riccio sustentou a argumentação de que esta intervenção não é um caso de eutanásia, mas sim de retirada de um tratamento rejeitado pelo paciente.
“Eu amo a vida. Não sou maníaco-depressivo. Acho a ideia de morrer horrível. Mas o que me resta não é mais uma vida".
Esta carta e sua divulgação causou um grande debate em Itália.
O paciente já havia solicitado uma autorização judicial para que seus equipamentos fossem desligados, mas a sua demanda não foi considerada válida pela ausência de lei na Itália que tipifique esta situação.
Welbi morreu em dezembro do ano passado( 20 de Dezembro de 2006). O médico anestesista Mario Riccio após sedá-lo, para evitar a sensação de falta de ar, desligou o respirador. Então, Welby morreu da forma como havia desejado e descrito em seu livro "Deixem-me morrer". No livro o paciente escreveu:
"Morrer teria que ser como dormir depois do amor, cansado, tranqüilo e com esse sentido de estupor que invade tudo".
O paciente teve apenas um enterro laico, pois a Igreja Católica negou a possibilidade de um enterro religioso. O argumento utilizado pela Igreja foi o de que o paciente se afastou da doutrina católica ao solicitar a realização da eutanásia.
O médico foi denunciado e processado por homicídio. Em sua defesa, o Mario Riccio sustentou a argumentação de que esta intervenção não é um caso de eutanásia, mas sim de retirada de um tratamento rejeitado pelo paciente.
Sem comentários:
Enviar um comentário