Em face do exposto que apresentamos, sobre o que é a eutanásia, seus tipos, as diferentes ópticas, os posicionamentos das correntes defensoras ou condenadoras de tal prática, a visão religiosa, enfim, de tão controverso mas interessante tema, impõe-se, uma análise desta problemática.
A eutanásia sempre foi, e tudo indica que continuará a ser uma palavra presente na nossa história, cuja prática nos acompanha desde os primórdios dos tempos, e cuja etimologia surgiu da Grécia Antiga para se expandir pelo mundo. Aquilo que era prática comum passou a ser condenável, conforme a consciência daquilo que seria ético ou imoral foi-se alterando e atingindo a opinião das pessoas e, consequentemente da Lei, que as acompanha.
Proibi-la para quem a deseja é incompatível com o princípio básico da autonomia da vontade, e permiti-la, incompatível com o direito essencial à vida. Isto, por si só, gera o centro de toda a polémica que rodeia a eutanásia, e coloca frente a frente aqueles que se posicionam contra e a favor desta, dando largas margens para discussões.
Enfim, a algum consenso estamos longe de chegar.
Na minha opinião, não há um fundamento verdadeiramente lógico para as razões que justificam ou não a eutanásia, mas envolve valores enraizados e inerentes à formação de cada um de nós.
Além disso, considero que, devemos ter bom senso em todas as perspectivas que nos apresentam, e ter em consideração a individualidade de cada um.
Nesta perspectiva, concordo com a prática da eutanásia, se bem que deve existir uma restrição na sua aplicação.
A eutanásia sempre foi, e tudo indica que continuará a ser uma palavra presente na nossa história, cuja prática nos acompanha desde os primórdios dos tempos, e cuja etimologia surgiu da Grécia Antiga para se expandir pelo mundo. Aquilo que era prática comum passou a ser condenável, conforme a consciência daquilo que seria ético ou imoral foi-se alterando e atingindo a opinião das pessoas e, consequentemente da Lei, que as acompanha.
Proibi-la para quem a deseja é incompatível com o princípio básico da autonomia da vontade, e permiti-la, incompatível com o direito essencial à vida. Isto, por si só, gera o centro de toda a polémica que rodeia a eutanásia, e coloca frente a frente aqueles que se posicionam contra e a favor desta, dando largas margens para discussões.
Enfim, a algum consenso estamos longe de chegar.
Na minha opinião, não há um fundamento verdadeiramente lógico para as razões que justificam ou não a eutanásia, mas envolve valores enraizados e inerentes à formação de cada um de nós.
Além disso, considero que, devemos ter bom senso em todas as perspectivas que nos apresentam, e ter em consideração a individualidade de cada um.
Nesta perspectiva, concordo com a prática da eutanásia, se bem que deve existir uma restrição na sua aplicação.
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