A questão da eutanásia volta à ordem do dia numa altura em que se debate a história de Eluana, italiana que esteve 17 anos em coma e que faleceu três dias depois de lhe ser retirada a alimentação e a hidratação. De acordo com Daniel Serrão não se tratou de um caso de eutanásia, uma vez que a doente “não pediu para ser morta”. O especialista em Bioética reforça a posição com a “definição legal para a Eutanásia” que “é a morte de uma pessoa a seu pedido por outra pessoa a quem ela apresentou o pedido”. Uma definição partilhada por Ferraz Gonçalves, para quem o caso de Eluana foi uma “suspensão de tratamento fútil” num caso que “não era de doença terminal”.
http://jpn.icicom.up.pt/2009/02/13/medicos_nao_veem_necessidade_em_referendar_a_eutanasia.html
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