"Não darei veneno a ninguém, mesmo que mo peça, nem lhe sugerirei essa possibilidade."
(Juramento de Hipócrates)


“Viver é um direito não uma obrigação”
(Ramón Sampedro)

09/03/09

A eutanásia e a rede de cuidados paliativos

Segundo a OMS ( organização mundial de saúde) o número de camas para cuidados paliativos deveria ser de 500 a 1000, no entanto, Portugal conta com apenas 68 destas, prevendo-se até ao final deste ano um ligeiro aumento deste número, passando a 150 destas camas, um número ainda insuficiente.
As camas de cuidados paliativos são deveras importantes, pois representam uma alternativa, ainda que de forma muito diferente, à eutanásia.
Os cuidados paliativos afirmam a vida e aceitam a morte como um processo natural, pelo que não pretendem provocá-la, através da eutanásia, ou atrasá-la, através de uma obstinação terapêutica desadequada.
Para além disso, visam melhorar a qualidade de vida dos enfermos, através do alívio e da prevenção da dor e do sofrimento, para isso contam com tratamentos rigorosos dos problemas, não só físicos, mas psicosociais e espirituais.

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